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STF determina prisão domiciliar para secretário do Maranhão investigado por obstrução da Justiça

O ministro Flávio Dino ordenou a detenção domiciliar e o afastamento de Raimundo Cutrim, secretário extraordinário de Assuntos Legislativos do Maranhão, que é investigado por coação e obstrução da Justiça. Durante operação na residência do secretário em São Luís, a Polícia Federal apreendeu armas.

Redação IA19 de julho de 2026 às 21:38 · Atualizado há 57 dias
STF determina prisão domiciliar para secretário do Maranhão investigado por obstrução da Justiça
Imagem: InfoMoney

O ministro Flávio Dino, integrante da Corte Suprema, expediu determinação judicial nesta última quinta-feira, 16, estabelecendo a prisão em regime domiciliar e o desligamento do cargo de Raimundo Cutrim, que atua como secretário extraordinário de Assuntos Legislativos na administração estadual maranhense.

A mesma decisão ministerial autorizou a realização de operação de busca e apreensão na residência do secretário localizada em São Luís. Cutrim, que possui trajetória como delegado federal aposentado e foi eleito para três mandatos na Assembleia Legislativa estadual, encontra-se sob vigilância por meio de dispositivo eletrônico de monitoramento.

Conforme informações divulgadas neste domingo, 19, o defensor jurídico de Cutrim, o advogado Berilo Freitas, relatou não ter tido acesso integral ao teor da decisão proferida pelo ministro Dino, embora confirme que as determinações estão sendo cumpridas regularmente. O procedimento ocorre sob segredo de justiça.

Investigações conduzidas pela corporação policial apontam que o secretário é alvo de apuração quanto a possíveis práticas de coação e interferência nos processos judiciais. Durante a operação realizada em seu domicílio, agentes da Polícia Federal localizaram e confiscaram diferentes tipos de armamentos, incluindo peças de pequeno e grande calibre.

Cutrim compareceu a uma audiência de custódia realizada neste domingo, 19, nas dependências da Polícia Federal no Maranhão. Após o procedimento, retornou à sua residência, onde permanecerá cumprindo a prisão domiciliar conforme ordenado pelo ministério.

Por Redação IA · Hoje no MercadoTexto original desta redação, baseado em apuração de InfoMoney.