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Flávio Bolsonaro enfrenta dificuldades para definir vice e consolidar apoio de partidos

A campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aguarda confirmação do candidato a vice enquanto negocia suporte de Republicanos e da federação União-PP, que sinalizaram adotar neutralidade nas eleições.

Redação IA22 de julho de 2026 às 03:00 · Atualizado há 54 dias
Flávio Bolsonaro enfrenta dificuldades para definir vice e consolidar apoio de partidos
Imagem: G1

A definição do vice-presidente que acompanhará o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) segue em aberto, enquanto sua coligação busca conquistar a adesão do Republicanos e da federação União Brasil-Progressistas em âmbito nacional. Os dois partidos, porém, já comunicaram que manterão posição neutra no pleito presidencial, permitindo que suas respectivas estruturas estaduais escolham livremente qual candidato apoiar.

O impasse sobre a composição da chapa levou Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio, a ampliar o calendário de decisões. De acordo com o senador pelo Rio Grande do Norte, o PL abandonou a meta de anunciar o candidato a vice antes da convenção nacional marcada para o próximo sábado (25). A demora reflete as dificuldades em articular uma coligação robusta que fortaleça a candidatura.

Os nomes mais ventilados para a posição variam conforme a procedência. Pelo lado do Republicanos, Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e com proximidade com Flávio, surge como principal possibilidade. Pela federação União Brasil e Progressistas, as deputadas Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE) aparecem entre as cotadas, assim como a senadora Tereza Cristina (PP-MS), embora esta última tenha rejeitado informalmente a hipótese. Qualquer indicação dependerá da aprovação interna do partido indicador.

A busca pelo apoio partidário responde a razões práticas e políticas. Maior tempo de campanha no rádio e televisão constitui o principal objetivo imediato da campanha, já que esse direito é proporcional ao tamanho da coligação no Congresso Nacional. A ausência de suporte de uma legenda de centro-direita representativa, porém, sinaliza um potencial isolamento político que preocupa os colaboradores de Flávio Bolsonaro.

Por Redação IA · Hoje no MercadoTexto original desta redação, baseado em apuração de G1.